O autor aponta os problemas que visualiza no setor da saúde e chega à conclusão que o problema não é nem de falta de recursos nem de gestão. Culpa os médicos. A Transparência Municipal divulga democraticamente o posicionamento, embora não concorde com o mesmo.
O estudo mostra a evolução do Produto Interno Bruto segundo as regiões, os Estados e os 52 Municípios que concentram metade do seu valor.
A revisão das estimativas do FPM para 2012 efetuadas a partir da Decisão Normativa 118/2011 alteram os valores para mais e para menos para alguns dos Municípios das capitais e daqueles que participam do Fundo de Reserva do FPM (coeficiente 3,8 e 4,0). Os demais Municípios permanecem sem alteração.
A matéria analisa os efeitos do reajustamento do salário mínimo nas finanças municipais em relação às perspectivas do desempenho do FPM.
A matéria apresenta números que mostram os efeitos da falta de saneamento nos custos da saúde, no desempenho escolar e na atividade econômica. E, pasmemos, é proibido aplicar recursos da saúde em saneamento!
Em alguns Estados o Ministério Público já começa a pressionar os Municípios quanto ao cumprimento da legislação sobre a coleta e reciclagem de resíduos sólidos.
São apresentadas as expectativas do Governo em relação ao aumento de arrecadação para o ano de 2012. Se o desempenho do IR e do IPI for inferior à média do crescimento o efeito se fará sentir sobre o FPM.